Não me conheço.
Nasci comigo, mas sem mim.
Noto todas as diferenças,
Mas não chego a nenhuma igualdade.
Todo o meu olhar cheio de mundos,
E sem mapas para os explorar.
Nunca fui de deixar rosas pelo caminho,
Sempre abri as minhas feridas para não as largar,
Fiz caminho o sangue derramado que não curo.
Não compreendi o fim, ou se cheguei a ele.
Mas aqui estou, sem saber de mim,
Sem saber onde me posso conhecer.
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