quinta-feira, 19 de março de 2015

Escrevo palavras vivas,
Palavras que poucos sabem ler,
E que poucos ligam.
Escrevo a confusão que não sei explicar.
Não me considero escritor,
Apenas aluno que aprende as palavras,
Da tristeza que vive dentro delas.
Talvez seja um pouco escritor,
Por escrever para fugir de mim,
Para fugir do meio em que vivo.
Sim, já me aceito como escritor por tal.
Sentir, sinto muito,
Até mais do que posso admitir!
Um mundo é pouco para tudo guardado em mim.
Talvez por isso não seja tão aceitável.
Não me importo, não sei!
Tudo escrevo, mas pouco falo,
Como sempre é normal de mim.

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