Dentro das Palavras
sexta-feira, 6 de março de 2015
Sou esta constante anónima.
Falo com as mãos,
Com os olhos, para quem talvez olhe.
Não me demonstro de mim,
Ninguém o quer saber!
Aceito a minha pena,
O meu desaparecer normal.
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