Foi hoje.
Ocorri ao mistério.
Um mundo,
Feito de cartas.
Fui assassinado,
Com muito,
Dentro do pouco.
Já esperava,
Já sonhava!
Uma realidade,
Uma triste realidade!
A mensagem já lida,
Em sensações estranhas.
Esqueci o meu nome,
Esqueci como existia!
Ouvi apenas batidas rápidas,
Enquanto me deixava,
E queimava com tudo.
Prendi o olhar,
Com tanto a querer sair.
Foi um desgosto da verdade,
Absorvia-me sem piedade.
Partiu-me mais um pouco,
Para não me partir mais.
Aquela razão que me larga,
E me faz correr sem pernas!
Já sabia tanto sobre aquilo,
Comia-me todos os dias.
Deixo ir, por ter de deixar,
Não é meu, nunca foi meu!
E assim flutuo, sem voar,
Para onde me destino.
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