sábado, 20 de junho de 2015

Os dias passam,
E eu cá os conto.
Talvez,
Vá em dois ou mais,
Já sinto tanto tempo!
Passo por eles
A não saber dormir
Num confuso sonho
De estar acordado.
Vezes que contei até dez
Num ritmo lento
Em que fechava os olhos.
Nem lá cheguei perto!
Constantemente,
Vezes sem conta alguma,
A mesma acção,
E nada!
Enfim.
Pouco a tanto faço,
A nada mais
Que saiba poder fazer.
Já não me importo.

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