domingo, 7 de junho de 2015

Vento que me livre.
Este sítio já me basta!
Os mesmos lamentos
Da noite em que me leva.
Falei até demais calado!
Ninguém me ouviu
No silêncio em que sorria.
Tão pouco me constitui
A tanto que aqui me tenho.
Imagens, cheio delas!
No meu pensar,
Em todo lado.
Queimarei tudo!
Se assim a sorte
Me fizer possível.
Usarei as cinzas
Aos membros que me falta,
Que foram roubados em vida.
Este fim chega-me próximo,
Sempre tarde demais!
O começar,
É complicado só por si,
Mas mergulharei nele
Para um próximo fim.
Se fosse possível
Compreender rituais de vida,
Já poucos viviam sentimentos,
Aos que designam
Como verdadeiros.

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