Arrebato o sentido,
E farto-me!
Obrigo-me a ser,
Para saber ser
Alguma coisa.
Nem sei bem,
Os quantos muitos
Quase tentados.
Falhei a mais,
A todos!
Foi insignificância
Deixada de fora
Para se esquecer.
O barulho!
Não o suportei,
E deixei-me
Ir em sono.
Pensei primeiro,
“Talvez amanhã
O dia me venha
Decidido a ser dia.”
Sem mais nada,
Dormi em branco.
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