quarta-feira, 1 de julho de 2015

Como um incomum!
Corria para a noite
Que me desesperava,
E constatava dizeres.
Pouco compreendia,
Ou mesmo nada de nada
O queria compreender.
Atirava-me a perguntas
Alimentadas em escuro.
Tudo tão seco,
Fartava-me de nadar
Dentro de sentimentos vazios.
Até me confunde!
Verdade questionada
De tanto valor
Por muito pensar!
Um ritmo em música,
Dança feita por falta de calma.
Livrava a boa hora,
Nunca me chegava!
Enfim, só me queria mais,
Muito mais transparente.
Tanto não sabia
O significado deste sentir,
Que me acabava!
Estava já em fim de mim,
Na última página da história,
E ainda não me via.
Quase me começava
No novo começo banal.
Deixo para amanhã,
Talvez me faça tanto sentido.

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