Procura-me,
Afasta-me para a noite
Que me esqueces.
Nota-me,
E magoa a insignificância
Dos pequenos detalhes
Acolhidos e vividos
Só por mim.
Chora-me no silêncio
Onde não ouvirei
As folhas caídas
No teu olhar feliz.
Larga-me a mão,
E desaparece em magia
Da tua vontade abismal.
Entrega-me,
Ao vazio de uma forca
Em tua honra,
No teu reino inexistente
Dentro de mim.
Apaixona-me,
E cala-me para sempre.
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