sábado, 5 de setembro de 2015

Abraço-te,
A um sorriso despido
Deixado em tempos.
Vou-me numa divida
Mal paga por um beijo
Esquecido nos lábios.
Olhas-me na inocência
Que não conheces
Dentro de ti,
E perguntas-me
Se ainda te sei,
Se ainda te penso.
Fiquei no sentido
Sem sentido algum,
E nada te disse.

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