segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Olha-me o tempo, olha-me a mim!
Vê a pratica da vida insignificante
Vista pelos gritos perdidos
Nos olhos tristes em mudança.
Tudo para neste bonita jardim,
Onde chove as emoções escondidas
Em sacrifícios de tantos silêncios
Suplicados nas loucas guerras de amor.
Nos passos do meu sacrifício,
Rogo a deuses imaginários
Pelo encanto perdido do meu anjo.
Podia ser razão das minhas honras,
Podia ser razão do meu jeito apaixonado!
Tudo morreu nas curvas frias de uma flor,
Tudo me levou ao tempo de um campo lamentado,
Onde fugi de uma vida de espada
Presa em minha cintura magoada,
Pelos tantos anos passados.
Morri naquelas guerras de lágrimas,
E hoje tenho medo da noite.
Amei a dor dentro de bonitos olhos,
Uma deusa que nunca mais esqueci.
Hoje envelheço a recorda-la,
Escrevendo-a para seu enterro no meu passado.
Rasgo-a na conquista esquecida do meu amor perdido,
Em nome do seu sangue flores de rosas raras.

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