A cama que me deitava
Era a cama que me fugia.
De mim, de algo de mim!
Era em vão a tortura
Confortável do seu nome.
Triste? Era mais eu!
Do que essa cama
De maçã proibida
Em beleza de alma cortada.
Um pecado para um corpo
Cheio de dores em amores.
Tanto encanto, tanto!
Quero deixar-me ir,
Deitar-me para aquele sono,
O último sono!
Antes de saber cair
Nas portas do bonito
Pecado mortal.
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