domingo, 31 de janeiro de 2016

 Fiz a lua de minha cura,
Uma luz falsa!
É sempre mais que a vida
Que tanto conheço.
Perdido em brancas
Respirações de tempo,
Apaixonado pela definição.
Sou a tranquilidade na noite,
A mão vazia que agarro
Pelo desejo parado e frio
Em tantas horas mortas.
Só, dentro do momento
De longa química,
Imagino o vento louco.
Não morro, não lamento,
Porque assim é viver.

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