Vivos assim
Baseados de costumes,
De estúpidas imitações
De um mundo sem nada.
Nunca compreendi
Os pratos cheios,
Quando as almas
Continuavam muito
Mais do que vazias
Dentro do triste silêncio.
Já tudo era feito
De simples medos
E desculpas tolas.
Os longos abraços
Ao frio inconstante
Feito em tempo
Que nos fazia passar
E nos levava,
Sem importância!
Nada nos fazia
Grandes e reais.
Ali tudo morria
Como memórias,
Como erros vazios
Que se perdiam
Por nunca saber
O que é amar
Dentro das tentativas.
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