Uma vénia de
estupidez
Pelas
noites de indiferença
Que fizeram
de mim palhaço
Em todas as
tentativas
De chegar a
uma vida
Que sempre
foi fácil
Dentro da
imaturidade.
Foi uma
vénia no doce deitado
Em todas as
palavras
Não existentes,
Um lixo na ignorância
Que me faz
pior
Do que
ignorante.
Uma vénia ao
boneco partido
Que nada já
é,
Ou nunca
foi.
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