Marco os meus pés
Pelo chão que me leva,
Faço a falta de nada
Em toda a vontade nua.
Enfrento guerras
Dentro dos meus olhos
E além deles
Para que ninguém
Me consiga ver.
Chamo pelos cantos
Em pequenos silêncios
Toda a doce vontade,
Não me faz ser frio,
Apenas leva-me
Em pequenos campos
De flores secas.
Talvez espero
Um segundo trocado
Ou uma falta de vontade
Onde me iludo
Com nada
Além de um ar frio.
Sem comentários:
Enviar um comentário