Está escuro!
Meu olhar, minha alma,
O silêncio que me rodeia.
Está tudo tão escuro!
As minhas palavras,
Com um sentido estranho,
Um sentido fora do normal,
Um sentido complicado de se compreender.
Continua cada vez mais e tão escuro!
O meu ser esgotado daquilo que é,
Do que talvez nunca foi.
Um viver em maldição daquilo que sinto,
Daquilo que me mata constantemente.
Está escuro, e fico tão escuro!
Meu coração que bate vazio.
Uma necessidade de algo,
E um vazio que deixa-me cheio de nada.
E assim, fico tão escuro,
Por só ter escuro a mais,
E nada ver a não ser escuro!
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