Fui conhecido em batalha do viver,
Como guerreiro de força vital.
Armadura gasta que trago, depois de tantas batalhas,
De tantas que me regressão sempre com pouco de mim.
Fazia o escuro deixar de ser tão escuro,
Agarrava-o como parte de mim, e libertava os olhos cegos,
Deixando-os mais cegos ainda, por não lutarem para esquecer,
Por não saberem simplesmente o que esquecer.
Sou guerreiro de uma miragem que não sou,
Que nunca serei por amar sempre demais.
Uma espada espetada numa pedra que bate
Dentro de mim como um coração que não tenho.
Uma dor vista por tão poucos!
Sentida por um ler de olhos complicado.
Ninguém se destina a tirar esta espada, ninguém é certo por tal,
Sou guerreiro que deita rios pelos olhos,
E palavras pelas veias, passadas em folhas brancas e sujas,
Mensagens dobradas dentro de garrafas vazias,
Atiradas para um mar sem ondas de destinos certos.
Sou guerreiro que não se importa com um fim habitual,
Agarra a morte como vida, como única escolha que tenho.
Um guerreiro que sorri para passar esperança para todos,
E que vive sempre com falta de a ter para mim próprio.
Sem comentários:
Enviar um comentário