Sobrei de mim,
Quando abria a mente,
Os meus olhos longos.
Sorria de uma forma,
Que não me conhecia.
Sorria realmente,
Por não o querer fazer
Nunca mais!
É tão tarde para os medos,
Para sentir medo.
Mas sinto!
Por vezes, é assim.
Não respiro.
Agarro nas mãos vazias,
E escrevo o ar,
Escrevo a razão dele,
E espero senti-lo,
Em forma aliviada,
Da forma que nunca o é.
Amar é viver,
Sobre facas vazias.
Sobre tudo do nada.
Limitados motivos,
Para serem escritos,
E nunca lido.
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