Fugi das palavras,
Por nada demais.
Corri delas,
Simplesmente.
Deixei de ver,
Deixei de me ver!
Senti apenas,
Esta sede desigual,
Que me molhava,
E me levava para elas.
Pensei, e pensei.
Mil tentativas organizadas,
Dentro da minha cabeça.
Uma overdose,
De tanta coisa!
Não me foi terminal,
Não me foi nada!
Apenas um grande vicio,
De uma liberdade em escrita.
Tudo tão desumano,
Mas tão aceitável,
De não o ser!
Por simples exagero.
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