terça-feira, 26 de maio de 2015

Não fazia questão de ficar!
Iria embora agora mesmo,
Num momento qualquer!
Tanto ou pouco,
Ainda me signifique,
Iria de qualquer das maneiras.
Não seriam apenas músicas,
Mas sim as músicas!
Nem elas seriam capazes,
E ainda mais iria. 
Agora?
Completamente estranhos,
E um mundo tão pequeno?
Mais depressa me vou,
Porque simplesmente quero!
Em tanto,
Como se nunca fosse nada!
E a música ainda me toca.
Almas conhecidas de tanto tempo,
Que nunca se parece.
Apenas estranheza,
Do tão estranho que agora é!
Lá me vou,
De mãos vazias.
Não fui eu,
Nem disse muito,
Mesmo nada!
Mas a música ainda toca,
E ainda para me lembrar.

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