segunda-feira, 25 de maio de 2015

Uma vida de vários sentidos.
O que será dela?
Pequena, grande?
O que será dela,
Sem a mão que a escreve torta?
Sem a mão que a tanto toca,
Em todos os momentos,
Que se esquece que se vive?
Sempre velhos dilemas,
Sobre o que será.
O que será da vida,
Se nunca for minha por viver?
Por tentar viver!
Morro dentro dela,
Fora dela,
Em sua sobrevivência,
De tentar fingir o papel de viver.
Foge a tudo,
E assim a vivo,
A tentar sempre,
Saber como a viver.

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