segunda-feira, 29 de junho de 2015

Cá vivo!
Um desígnio da minha existência.
Respiro preso entre mundos
E bloqueio-me
Dentro de um só mundo,
Onde tento ser realmente eu.
Outro lunático falante
Na conquista de um escuro
Sem nome nomeado.
Era mais medo
Em que me tanto bastava,
E que tanto não compreendia!
Problema dentro de problemas,
O próprio já nem o sabia
Que era mais um problema
Ao meio de muitos.
Só agradecia em dor,
Pagamento de grandes lágrimas,
Já não controlava tantos juros!
Viajava entre a minha loucura
De apenas não saber
O que tal me deixa tão louco!
Chegou a ser repetitivo
As tantas vezes
Em que escrevia o meu nome,
Apenas para não me esquecer!
Na mesma hora lá estava,
No mesmo segundo clandestino,
E procurava-me assim,
No esquecido vital da essência.
Sim, já era hábito doer.
Se apenas fosse esperar mais,
Não o sei dizer…

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