domingo, 28 de junho de 2015

Talvez tudo exista,
Não para todos,
Não para mim!
Lá me fico,
Nos vários talvez
Em várias coisas.
Sempre aquelas
Dúvidas manifestadas
Dentro dos porquês
Da muita vida atribuída,
Sem qualquer tipo de explicação!
Embora declarado
Um “Será a última vez!”,
Outras tantas primeiras
Em que o disse sem noção alguma,
Dizia no desespero
De não querer saber,
De tentar realmente não o saber,
Nem me culpar tanta de o fingir.
Sabia eu tanto de mim,
Que nem me conto!
Era talvez vida
Por talvez assim o ser,
Sem explicação alguma!
Não me pagava como derrota,
Mas pagava a minha normalidade,
Talvez liberdade de mim,
De assim tanto ser.
Pois, talvez…

Sem comentários:

Enviar um comentário