Era ali
perto
O rio de
tanto.
A noite
estava forte
Em muita
coisa.
Corri para
ele
E nadei
pelas memórias.
A minha pequena
ideia
De talvez
deixa-las ir,
Como
garrafas perdidas
Com
declarações de amor
Sem destino
algo
De
antigamente.
Falei tanto,
Enquanto
olhava
Para aquele
céu.
A lua
brilhava
Mais do que
nunca.
Parecia que me
reconhecia
Como um ser
só,
Que mais só
se sentia,
E mais
brilhava.
Senti-me
abraçado num reflexo,
Tocava na
minha sombra.
A noite
estava cada vez mais clara.
Via muito
mais até sem luz.
Olhei fixamente
para a lua,
E sorria-me!
Ouvi uma
pequena voz
Disse-me com
paixão:
“Já podes ir
para casa.”
Senti-me,
Estranhamente
seguro!
Num impulso,
Apenas fui.
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