sexta-feira, 12 de junho de 2015

Era como nuvens,
Das quais não choviam.
Uma lógica talvez normal.
Serviam-me sem calor,
Tapavam-me o Sol
Que pouco ou nada já brilhava.
Deus estava a pensar em quê,
Quando me fez sentir amor?
Fazer dele um novo Sol,
Para esquecer o dia
Em que nasce o guardado
Por apenas me ser.
Longas vidas
Nas mesmas lutas.
Tanto já brilha em olhos.
São estas as grandes emoções,
A nada que me sinto, e me vejo.
Deixem-me assim!
Cá me deixo a fim.

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