Livrei-me da paz,
E deixei-a em paz!
Era noite,
E nem chovia.
Estava tanto calor!
Existia uma grande tensão,
Onde me fugia o sono,
Que pouco conhecia.
Já não queria mantas,
Nem tanto lençóis.
Queria tudo bem longe.
Sentia-me tão cansado,
Que nem vontade tinha,
Para falar, para sonhar,
Para nada!
E tanto era a necessidade,
Que realmente sentia.
Pouco sei em tantas razões,
Em que fico sem sono.
Perco-me no momento,
E escrevo tudo ao pouco sentido.
Compreender?
Às vezes, nem eu lá chego,
Por minha vontade,
Por não minha vontade!
Chega a ser tudo tão confuso.
Tanto existe para pensar,
E nem sei o que mais penso!
Certo será saber,
Que pouco irei dormir.
Talvez o Sol apareça,
Para me adormecer,
Como seu pouco filho,
Que nunca fui.
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