O pouco sentido.
A vida é mesmo assim!
Já tanto não ligo,
Já tanto não me importo.
Seu costume,
Seu grande jeito
De assim ser.
Estas são as alturas
De tempos emprestados.
Vivemos muito pouco
A nada que nos pertence.
Tantas dívidas
Mal pagas.
Muito que se sente,
E já nem se sabe,
Ou nem certeza se tem!
Ignorasse simplesmente.
Rotinas desequilibradas
Que nos esquecem,
A nós, a tanto.
Novos hábitos,
E tantas vidas
Que se foge de viver.
Quando tudo chega
A ser bom,
Desconfiasse logo!
Foram anos
De tantas amostras.
As malditas maldades!
E os seus vazios escondidos.
É assim!
Existe sempre
Uma forma,
Uma tentativa
De aprender a ser mais.
A compreensão
Chega a poucos.
Lições de crescimento
Talvez,
Não sei!
Temos de viver
Simplesmente!
Voltemos a errar outra vez,
Tem que ser!
Não conheço nomes,
Mas chamo-lhe tantas coisas,
E tantos são.
Até me sofro!
Deixemos ir
Ao que a vida nos leva
Para que a histórias
Seja bem escrita.
Sem comentários:
Enviar um comentário