quarta-feira, 24 de junho de 2015

Pensava em origem
De tanto, que nem sei.
Já 4 da manhã
E nem dei por mim
A chegar lá perto.
Vezes repetidas,
Assim, já muitas.
Perco a noção
Nas minhas voltas
Durante a pouca noite.
Não compreendo
Por vezes na totalidade.
Penso em algo do mesmo,
Similar a tanta verdade,
Que não sei realmente
Qual deva ser.
Pronto, lá está!
Quase dia,
Quase sol que pouco nasce.
Nesses momentos
Entrego-me,
Ao pouco sono que tenho,
E tento dormir.
Próxima preocupação?
Falamos em sonhos,
Ou talvez outra coisa.

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