Foi e era tudo sincero.
Perdia o meu tempo,
E olhava nos olhos.
A magia tão simples,
Tão grandiosa!
Envolvia-me,
Nas pequenas mensagens
Verdadeiramente bonitas!
Não dizia o seu nome,
Não precisava!
Já muito lhe dizia
Com aquele silêncio doce.
Passava a minha mão
Pelo cabelo bonito dela,
E sorria-lhe.
Sentia-me com sorte.
Sem mais nada,
Ia-me também em silêncio.
E esperava encontra-la,
Talvez num próximo sonho.
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