Livrei-me!
Tirei-me a perfeição.
Não a quero,
Nunca a pedi!
Pouco me importa
Com limite das palavras
A que me condenam.
Fiz-me fiel por ser eu,
Mal de mim
Se não o fosse!
Viver nas cantigas
De mau dizer,
Pouco me significam!
Sorrir,
Só a mim me compete.
Mais fantasmas
No meu linear
Sem presença alguma!
Pura estupidez,
No que realmente
É muito estúpido!
Enfim,
Tanto não interessa.
Apenas é assim,
Um mundo roubado
Por amostras.
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