Perdia-me,
No tanto sonho
De um oceano,
Uma ilha livre
Em tantas emoções.
Nada meu,
Demais para o ser!
Sabia-o como lógica
Incomum do normal.
Aguentava os meios
Em segundos iludidos,
E via-me assim,
O sempre escravo
Nas rosas brancas.
Não me suportava
O espeto de tanto
A nada que tinha!
Só queria um olhar
De vento frio.
O calor fez-me só
Em grandes amores.
Semeei a dor,
E pensei tarde,
Para não fazer
Mais vez nenhuma,
Tentar pelo menos.
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