Lá estava
ela
No seu jeito
simpático,
De apenas o
ser.
Uma bela insegurança
Que tanto a
descreve.
Dorme,
E vive sobre
o sonho
Para viver a
simples
Realidade em
o sonhar.
Seus medos,
Pouco os compreende
Na muita
discrição
De tanto que
alimenta.
Era viva
para ler,
E se fazer
escutar
Nos ventos
do norte
Que tanto a
liberta
De vergonha.
Perdida em
luas,
Deixava tudo
assim!
Num fluir de
estrelas
Em asas
pretas
A que tanto
se pensava.
Nasceu para
ser livre,
E livre ela
é!
Era no
oculto que respirava,
Na grandeza
de o saber
Sem limite
algum.
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