segunda-feira, 13 de julho de 2015

Lá estava ela
No seu jeito simpático,
De apenas o ser.
Uma bela insegurança
Que tanto a descreve.
Dorme,
E vive sobre o sonho
Para viver a simples
Realidade em o sonhar.
Seus medos,
Pouco os compreende
Na muita discrição
De tanto que alimenta.
Era viva para ler,
E se fazer escutar
Nos ventos do norte
Que tanto a liberta
De vergonha.
Perdida em luas,
Deixava tudo assim!
Num fluir de estrelas
Em asas pretas
A que tanto se pensava.
Nasceu para ser livre,
E livre ela é!
Era no oculto que respirava,
Na grandeza de o saber
Sem limite algum.

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