Surgia uma linguagem só
De tantas almas.
Levitava-me no sentir
E reflectia-me em água
Tão pouco pura.
Não se bebia
De tempo para tempo,
Chegava a inconstante
Limitada nesse sentido
A nenhum saber gentil.
Assim era,
Fogo que queimava
Numa só dor vulgar.
Marcas de sempre,
E para sempre.
Nada se dizia,
Ou se queria fazer
Naquele estado branco.
Enfim de se saber
Que mais não seria
Nada demais.
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