Era amar,
Nas poucas palavras
Ao escutar aquele
Render anónimo
Num doce som de viola.
Feitiço conquistado
Dentro de um silêncio
Pouco ou muito feliz,
Onde nasceu.
Amava ainda mais
Por aquelas notas
Tão desconhecidas
Entrarem em mim,
Do meu longo sentir.
Uma beleza sofrida
Em nome de quem
Nunca se soube.
Ainda toca,
Bem no fundo!
De quem sente a mágoa,
E leva a que seja sua.
Ninguém ama
Para ser suficiente,
Para poder escutar
A dor em tanto,
Naquelas notas
Esquecidas em tempo.
Foi romance,
Esquecido em todas
As grandes histórias,
Assim como tudo é,
Para o ser.
(Ler ao mesmo tempo que se ouve a música)
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