É escolhida a ironia
De não se escolher.
Nas sombras,
É sempre preferível
Nas sombras,
E ficar por lá!
Iniciar a mentira
Não esperada.
Esconder a verdade
Na essência não dita
Por medo,
Por mais do que isso,
Talvez.
Viver um ritual
De corações partidos,
Só para assistir
A beleza incomum.
Viver apenas
Um desistir sublime
Orientado em desprezo.
Estar sobre o coração,
Bate por amor,
Olhar para ele,
Pensar a falta
De dignidade
Em se ter um,
Assim tão belo.
Sem mais nada,
Pronto!
É arrancado,
Simplesmente,
Uma brutalidade!
Agarrado frio,
Fica frio,
E vai-se.
Viveu a ganância insegura,
Pouco humilde.
Tudo,
Para uma obra de arte
Não compreendida
Numa história de amor.
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