segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Amei-te na madrugada,
Aquela em que sonhavas
Sem sentir frio nos pés.
Amei-te num sono profundo,
E tu nem perto o sabias.
Amei-te dentro das razões,
Da falta delas em vento.
Dormias em queda de fé livre,
E eu amava-te assim,
Perdido num doce som
Para me agarrar a ti.

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