Corto
as forças
De
mãos secas
Em
homenagem
De
mares que virão.
Corpo
liso perdido
De
pura prudência,
Nas
minhas razões
Em
apenas
Dizer
sentir que não.
Um sorrir demente
Escolhido por inocência
Para um mundo
Em mentira sagrada.
Iludir e consular.
Perder a vida
Por uma noite de fé!
Um rezar branco
Onde a escuta
Morre no tempo
De se crer,
De necessitar crer
Na existente de um pai,
De um triste irmão.
Tudo parou,
Por nada.
Tudo parou
Na realidade, no sentido.
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