Sou um monstro
Que brilha em pequenas
Acções brancas
E breves de nada.
Um monstro de tantos
E poucos males.
Um monstro escondido
Pelo sorriso amado
De imperfeições
Perdidas em ventos.
Um vivente de noites
De pouca história,
Um comum elemento
Do passado distante
Em folhas brancas
Queimadas no inverno
Por fé de calor,
De sobrevivência.
Sou um monstro
De adeus escondido
Sem pureza,
Sem sentido amado.
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