terça-feira, 26 de julho de 2016

Morre mais um
Que é ninguém
Por nada, de nada!
Morre o pobre
Sem sentido,
Sem significado
De ser alguém.
Outro que se faz
Vazio de nada,
Por um respeito
Inútilmente frio
De contemplar
Um vazio estúpido
Que ninguém sabe,
Que nada serve!
Somos nada,
Mas servimos tudo
Por um medo
Absurdo de morrer!
Somos pouco
Valor sentimental,
Não fiel, injusto!
Cegos por falta
De tanto coração.
Assim é,

Por nada, de nada.

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