Morre
mais um
Que é
ninguém
Por
nada, de nada!
Morre
o pobre
Sem
sentido,
Sem
significado
De
ser alguém.
Outro
que se faz
Vazio
de nada,
Por
um respeito
Inútilmente
frio
De
contemplar
Um
vazio estúpido
Que
ninguém sabe,
Que
nada serve!
Somos
nada,
Mas
servimos tudo
Por
um medo
Absurdo
de morrer!
Somos
pouco
Valor sentimental,
Não
fiel, injusto!
Cegos
por falta
De
tanto coração.
Assim
é,
Por
nada, de nada.
Sem comentários:
Enviar um comentário