Fui julgado por ser tanto,
E tão pouco acredito ser.
Preso a uma liberdade,
Que não me livra.
Canto velhas canções,
Em pequenas partes.
Um velho ritmo,
Que se esquece.
Limpo os olhos,
Quando me apanho,
Assim só de mim,
Dentro de todo o tempo,
Em que tudo se cala.
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